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Sr. Diretor

Já pensou em oferecer aos seus hospedes uma noite de observação do céu? Sou astrônomo e posso realizar nas dependências do hotel, uma noite de observação dos astros, utilizando modernos e potentes equipamentos e explicações teóricas de forma descontraída e coloquial.
Esta atividade é adequada para hóspedes de todas as idades e pode estar certo que todos irão elogiar seu estabelecimento por ter-lhes proporcionado imagens tão lindas.

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Srs Educadores

Astronomia na escola tem por objetivo levar a astronomia aos alunos do ensino fundamental I ao médio de forma divertida, despertando a curiosidade e o interesse por aprender mais sobre a mais antiga das ciências e também  matemática, física, química, geografia e historia.

O planetário móvel proporcionará o contato dos alunos com a astronomia, que através de uma projeção de quase 360º terão uma sensação de imersão no espaço sideral, característica esta impossível de se conseguir em outras formas e ambientes de projeção.

De acordo com a faixa etária e o nível de escolaridade, temos uma apresentação adequada com aproximadamente 25 minutos de duração.

Para a montagem do planetário em seu estabelecimento será necessário apenas um espaço coberto de 7mX7m e 3m de pé direito e uma tomada elétrica de 127v.

Astronomia

O universo bem mais perto de você

Astronomia no Hotel

Astronomia na Escola

Sobre Nós

Astronomia na Escola

O projeto Astronomia na Escola tem por objetivo resgatar o lado romântico da Astronomia e assim despertar nas pessoas o interesse pelo estudo de temas relacionados a essa ciência considerada por muitos a mais antiga das ciências.

Conheça melhor nossos projetos e fale conosco agora mesmo!

Luas

Depois de quase 40 anos de exploração espacial, atualmente sabemos que existem mais de 100 luas operando ao redor dos oito planetas que orbitam o Sol. Ao se olhar para a superfície da nossa  Lua, fica claro que é um lugar sem vida. Não existem evidências de atividade, a não ser por um constante bombardeio de asteróides.

Imaginamos que as calotas polares da Terra são geladas, lugares proibidos. As pequenas luas de Marte (Deimos e Phobos) têm uma gélida temperatura de 112 oC negativos. A  204 oC negativos, a lua de Netuno (Triton) se aproxima do zero absoluto – a temperatura onde o movimento pára.

A atmosfera da maior das cinco luas de Saturno (Titã) não possui oxigênio. No lugar dele há nitrogênio e metano frio em abundância. Acredita-se que este último caia como a chuva.

Uma das luas de Júpiter é a mais quente do Sistema Solar. Io possui espetaculares erupções vulcânicas que produzem 45 mil toneladas de lava por segundo.

Talvez a mais interessante de todas as luas do Sistema Solar seja Europa – a menor dos satélites de Júpiter. Essa lua desafiou os cientistas desde 1979, quando o sonda espacial Voyager enviou as primeiras imagens à Terra”.
A aparência brilhante, fresca e juvenil de Europa surpreendeu os cientistas, pois eles acreditavam que ela possuía uma superfície cheia de crateras. Atualmente acredita-se que Europa possua um núcleo de ferro e níquel, rodeado por uma concha de rocha e uma crosta de gelo na superfície. Mas, o mais importante, é que pode haver oceanos subterrâneos sob o gelo.

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Astrônomos

Uma série de pequenas biografias dos principais nomes que ajudaram a construir a ciência dos astros. Todos eles já nos deixaram, mas suas vidas e obras serão lembradas enquanto existirem olhos humanos a contemplar o firmamento.

Charles Messier

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Seus cadernos estavam repletos de anotações sobre manchas solares,
cometas e até observações meteorológicas, mas o que o tornaria famoso
seria seu catálogo de objetos difusos.

Percival Lowell

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Obcecado pelo planeta Marte, Lowell deixou grandes contribuições para
o nosso conhecimento da natureza e da evolução dos planetas.

Hiparco

hiparco

Introduziu o conceito de grandeza, associado ao brilho das estrelas,
e a ele se atribui a descoberta da precessão dos equinócios. Mas a
verdade é que para Hiparco a Terra era imóvel.

Giovanni Cassini

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Criou um mapa da Lua quase tridimensional, mediu a distância de Marte,
descobriu a Mancha Vermelha de Júpiter, luas em Saturno e a estreita falha
em seus anéis. Seus resultados ajudaram no cálculo da velocidade da luz.

Galileu Galilei

galileu

Foi condenado por criticar abertamente a física aristotélica e o sistema
geocêntrico de Ptolomeu, mas não foi preso nem torturado. Sua
importância vai muito além do histórico confronto com a Inquisição.

Johannes Kepler

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Seus estudos sobre Marte resultaram nas 3 Leis do Movimento
Planetário. Sua vida assinala o surgimento da ciência moderna, fruto
da teoria e observação. Seu espírito sonhador nunca descansou

Thyco Brahe

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Possuía as observações astronômicas mais precisas do mundo. Resultado
de 35 anos devotados à observação do céu antes da invenção do telescópio.

Edwin Hubble

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Edwin Hubble foi capaz de demonstrar que a nebulosa de Andrômeda não estava em nossa galáxia, mas fora, e que era um sistema de estrelas muito semelhante ao nosso, ou seja uma outra galáxia. Hubble introduz, dessa forma, um sistema de classificação das galáxias segundo sua estrutura. Em 1929 comparou as distâncias que havia calculado para diferentes galáxias com os deslocamentos para o vermelho (redshift). Descobriu que quanto mais longe estava a galáxia, mais alta era sua velocidade de recessão. Essa relação é conhecida como lei dos deslocamentos para o vermelho ou lei de Hubble, a qual determina que a velocidade de uma galáxia seja proporcional a sua distância.

Sistema Solar

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Mercúrio

Mercúrio é o planeta mais interior do Sistema Solar. Está tão próximo do Sol que este, se fosse visto por um astronauta de visita ao planeta, pareceria duas vezes e meia maior e sete vezes mais luminoso do que observado da Terra.

O movimento de Mercúrio caracteriza-se ainda por uma particular relação entre o seu eixo e a revolução orbital à volta do Sol: o período de rotação, igual a 58,65 dias terrestres, dura exactamente dois terços do período orbital (o seu “ano” ) que é igual a 87,95 dias.

Em Mercúrio foram observadas estruturas ausentes na Lua, entre as quais um sistema de grandes fracturas da crosta, geralmente interpretadas como indícios de que o planeta sofreu um processo de contracção, provavelmente pelo efeito do gradual arrefecimento que teve lugar a partir de sua formação.

Vénus

Paisagem de Vénus, fruto da fantasia de um pintor. Sabe-se que no passado Vénus sofreu uma intensa actividade vulcânica e pensa-se que ainda poderá ocorrer a expulsão de gases e de lava.

Vénus, o segundo planeta do sistema solar por ordem de distância ao Sol, é o que pode aproximar-se mais da Terra e o astro mais luminoso do nosso céu, depois do Sol e da Lua. A órbita que o planeta percorre em 225 dias é praticamente circular. A rotação sobre o seu eixo é extremamente lenta, com um “dia” que dura quase 243 dias terrestres, efectuando-se em sentido retrógrado ao contrário dos outros planetas rochosos do Sistema Solar.

A superfície deste planeta é um verdadeiro inferno, com uma pressão atmosférica 90 vezes superior à da Terra e uma temperatura de 500º C, devido ao ?efeito de estufa?. A sua atmosfera compõe-se, quase por inteiro, de dióxido de carbono (CO2), com um pouco de nitrogénio.

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Terra

A Terra é o terceiro planeta do sistema solar, a contar a partir do Sol e o quinto em diâmetro.

Entre os planetas do Sistema Solar, a Terra tem condições únicas: mantém grandes quantidades de água, tem placas tectónicas e um forte campo magnético. A atmosfera interage com os sistemas vivos.

A ciência moderna coloca a Terra como único corpo planetário que possui vida, na forma como a reconhecemos.

Marte

Marte, ao lado, numa montagem fotográfica, a partir de imagens captadas pela sonda ?Viking Orbiter? da NASA. É o resultado da composição de mais de uma centena de imagens, obtidas quando a sonda girava a 32.000 Km da superfície do planeta.

Conhecido pela sua característica coloração avermelhada, o planeta gira em volta do Sol a uma distância média de 228 milhões de quilómetros. A sua trajectória é marcadamente elíptica, demorando 686,98 dias para dar uma volta completa em redor do Sol e o seu plano orbital tem uma inclinação de apenas 1,86º em relação à órbita terrestre. Acompanham-no no seu movimento de revolução dois pequenos satélites (Deimos e Fobos) descobertos em 1877.

Sendo o mais exterior dos planetas rochosos, é um pequeno e árido globo de atmosfera ténue, cuja estrutura interna ainda não é bem conhecida. No entanto, através da densidade média, do achatamento polar e da velocidade de rotação, é possível deduzir que o planeta tem um núcleo de ferro e de sulfato de ferro com cerca de 1.700 Km de raio, e uma crosta com cerca de 200 Km de espessura.

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Júpiter

O planeta gigante é o centro de um sistema composto por 63 satélites e um ténue anel. Embora Vénus o supere em esplendor no céu da aurora ou do crepúsculo, Júpiter é sem dúvida, o planeta mais espectacular, inclusive para quem apenas disponha de um modesto instrumento óptico para a sua observação. Com o nome do rei dos deuses da tradição greco-romana, situado a uma distância média do Sol de 778,33 milhões Km, demora 11,86 anos a descrever uma órbita (ligeiramente elíptica) completa.

O que mais impressiona neste planeta são as suas gigantescas dimensões. Com um raio de 71.492 Km, um volume 1.300 vezes superior ao da Terra e uma massa equivalente a quase 318 massas terrestres, Júpiter supera todos os outros corpos do Sistema Solar, exceptuando o Sol.

A formação mais espectacular da atmosfera de Júpiter é a denominada Grande Mancha Vermelha, uma perturbação atmosférica, com mais de 30.000 Km de extensão, que já dura há 300 anos.

Saturno

Até 1977, foi mais conhecido pela particularidade de ser o único planeta rodeado por um sistema de anéis. A partir de então, graças às avançadas observações realizadas a partir da Terra e às fascinantes descobertas das sondas Voyager, Saturno tornou-se uma atração universal.

Depois de Júpiter, Saturno é o maior planeta, com uma massa e um volume 95 e 844 vezes, respectivamente, superiores aos da Terra. Destes dados deduz-se que tenha uma densidade média equivalente a 69% da da água, o que indica que na composição deste corpo celeste predominam os elementos leves, como o hidrogénio e o hélio.

Em Saturno também se observam várias formações semelhantes a ciclones, de cor parda ou clara, embora nenhuma comparável à Grande Mancha Vermelha de Júpiter. Trata-se de óvalos de cerca de 1.200 Km, de duração breve e presentes apenas nas latitudes altas.

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Urano

O primeiro dos planetas descobertos na época moderna, só é visível à vista desarmada em condições especialmente favoráveis. Situado a uma distância média do Sol de 2.871 milhões Km, demora 84,01 anos a descrever uma volta completa à volta do astro.

É um planeta singular, cujo eixo de rotação coincide praticamente com o plano orbital. Com o raio equatorial de 25.559 Km e a massa equivalente a 14,5 massas terrestres, o planeta Úrano pode considerar-se irmão gémeo do longínquo Neptuno. A coloração verde-azulada da atmosfera deve-se à abundância de metano gasoso (2% das moléculas) que absorve a luz do Sol. Além disso, o composto condensa-se a altitudes bastante elevadas e forma uma camada de nuvens.

Neptuno

A órbita de Neptuno situa-se a uma distância de 4.497 milhões de Quilómetros do Sol e para completar uma volta necessita de 165 anos. Assim, desde que foi descoberto (em Setembro de 1846) ainda não descreveu uma volta completa em redor do Sol. O planeta possui uma massa 17 vezes superior à da Terra, e uma densidade média igual a 1,64 vezes a da água. Como todos os gigantes gasosos, não apresenta uma separação nítida entre uma atmosfera gasosa e uma superfície sólida, pelo que se define convencionalmente como nível zero, o correspondente à pressão de 1 bar.

A sua atmosfera é constituída, basicamente, por hidrogénio e hélio, com uma pequena percentagem de metano. Este último composto, que absorve a luz vermelha procedente do Sol, confere-lhe a coloração característica e influencia a meteorologia e a química do planeta.

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